O museu transformado em campo operatório em guardiães do Louvre

Rafael Senra Coelho

Resumo


A graphic novel Guardiães do Louvre propõe uma visita pouco ortodoxa ao Museu do Louvre, em Paris, focada não nos roteiros turísticos, mas na apreciação de obras de autores como Jean-Baptiste Camille Corot e Vincent Willem Van Gogh. A abordagem do autor, Jiro Taniguchi, se assemelha à perspectiva de “campo operatório” (table) sugerida por Georges Didi-Huberman, onde o processo se sobrepõe à obra pronta (tableau). Em uma visão historiográfica, a proposta de Taniguchi apresenta múltiplas (e infinitas) possibilidades de interpretação, abrindo-se em um panorama dinâmico e heterogêneo, semelhante à ideia de olhar o passado “a contrapelo” proposta por Walter Benjamin.


Palavras-chave


Processo; Cartografia; Montagem

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/memorare.v6e22019110-120

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