TRAJETÓRIAS TRANSGRESSORAS? JOVENS, EDUCAÇÃO, TRABALHO E COOPERATIVISMO

Analia Elizabeth Otero

Resumo


Este artigo aborda a relação de jovens entre educação-trabalho, a partir de uma experiência particular, mais especificamente, trata-se de jovens urbanos de setores populares militantes de um movimento social: o Movimiento de Trabajadores Desocupados (doravante MTD-FPDS) de matriz autonomista com assento na zona sul de Buenos Aires. O interesse foi analisar as trajetórias a partir da consideração de uma série de condições peculiares, entre outras, sua inscrição atual em grupos de trabalho de autogestão e seus labores entendidos como contraprestação de programas sociais. Para ele, trabalhei na base de um estudo em curso, direcionado à exploração das dinâmicas de produtividade e práticas sociais no interior do referido movimento, que se realiza a partir de uma perspectiva qualitativa, e tem por objetivo analisar diferentes dimensões das trajetórias dos militantes. Aqui, utilizamos como fonte primária 10 entrevistas semiestruturadas realizadas durante o ano de 2012 com mulheres e homens de 18 a 30 anos de idade. Na análise, reconstruímos peculiaridades de suas trajetórias, considerando etapas anteriores e atuais, além de refletir sobre diferentes aspectos de como opinam e praticam o trabalho e a educação, buscando uma valoração positiva sobre suas experiências presentes.

Palavras-chave


Jovens; Movimentos Sociais; Trajetórias; Educação; Trabalho

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v7e122013388-406

Poiésis. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN-e 2179-2534

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