O discurso como martelo e superfície ou como (não) silenciar inquietações

Ingo Voese

Resumo


A presente reflexão procura instalar algumas indagações sobre os efeitos da mediação do discurso, especialmente quando se opera com as referências contraditórias natural versus social para orientar a compreensão dos processos de (des)humanização do mundo dos homens. A orientação teórica se faz, num primeiro plano, baseada em Bakhtin, especificamente quanto à concepção de discurso como reflexo e refração social e como processo dialógico e polifônico. Para a abordagem da temática sobre os sentidos possíveis de “vida humana”, as contribuições de Lukács e Heller possibilitam encaminhar, embora restrita ao espaço do artigo, uma reflexão sobre os efeitos dos equívocos conceituais e operacionais e a importância do discurso para a sua superação.

Palavras-chave


Discurso; Mediação; Teoria

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Ling. disc. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1982-4017

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