Simulações conexionistas: a inteligência artificial moderna

José Marcelino Poersch

Resumo


Nas últimas duas décadas, principalmente a partir de 1986, significativos progressos na área do paradigma conexionista foram planejados e executados. As técnicas de simulação conexionista colaboraram para se compreender melhor a maneira como as funções mentais são adquiridas, armazenadas e, em certos casos, perdidas. Os modelos conexionistas baseiam-se num processamento distribuído em paralelo (PDP). Apesar de suas evidentes e valiosas contribuições, o conexionismo está longe de apresentar uma solução definitiva para os problemas da cognição. Esse paradigma corresponde mais a uma força explicativa do que a uma simulação perfeita dos verdadeiros processos cerebrais.

Palavras-chave


Cognição; Simulação; Conexionismo; Inteligência artificial; Linguagem

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Ling. disc. Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1982-4017

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