Estrutura de governança e a formação de holdings no setor elétrico brasileiro

André Luís da Silva Leite, Nivalde J. de Castro

Resumo


Este artigo tem como objetivo mostrar que devido à estrutura de governança do setor elétrico brasileiro (maior parte hierarquia que mercado) e dadas às características próprias do setor, tais como especificidade dos ativos, incerteza e freqüência das transações, os custos de transação tendem a ser significativos. Logo, em ambientes caracterizados dessa forma, as firmas tendem a realizar transações verticalizadas. Conclui-se que, no caso do setor elétrico brasileiro, no qual a verticalização é proibida, as empresas tendem a se estruturar sob a forma de holdings, visando minimizar os custos de transação e maximizar os ganhos das sinergias das operações ao longo da cadeia de produção.

Palavras-chave


Economia dos custos de transação; Setor elétrico; Estratégias de Empresas de Infra-Estrutura; Holdings

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/reen.v1e2200869-83

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R. eletr. estrat. neg.Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1984-3372

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