Rios, pontes e overdrives: trânsito e a (de)composição do espaço em Amarelo Manga

Ramayana Lira de Sousa

Resumo


O filme Amarelo Manga, de Cláudio Assis, é visto como obra de um cinema que quebra com centralidade da figura humana e apresenta uma composição peculiar do espaço, em especial em relação à representação da decadência urbana do terceiro mundo. Procura-se investigar as manobras da narrativa e das imagens para, em última análise, apontar o filme de Assis como um exame do declínio da cidade que, ao mesmo tempo, instiga a crítica à vontade humana e a valores liberais.

Palavras-chave


Cinema brasileiro; Espaço urbano; Mangue beat

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v7e12012149-157

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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