O tempo da máquina de produção/fruição de arte:o relógio como metáfora em Osman Lins

Dilma Beatriz Rocha Juliano

Resumo


Pretende-se com este texto refletir sobre as transformações ocorridas na produção/fruição dos objetos culturais, especificamente, sobre as mudanças operadas no tempo/ritmo/velocidade a partir dos processos industriais e tecnológicos, do final do século XIX para o XX. Para tanto, toma-se a máquina, em seus diferentes procedimentos de fabrico, como metáfora da produção artística, tendo em vista a sua aceleração e o seu aperfeiçoamento técnico neste período. Aproxima-se, neste sentido, a máquina à dobra narrativa de Osman Lins ao escrever O relógio de Julius Heckethorn, no romance Avalovara.

Palavras-chave


Produção artística; Tempo maquínico; Osman Lins; Avalovara

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v7e1201215-22

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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