Pulsão de morte e (re)criação: entre o mal-estar na civilização e a “dádiva do outro”

Maura Cristina de Carvalho, Eliana Rigotto Lazzarini

Resumo


Perfaz-se as relações entre pulsão de morte e cultura a partir de uma definição de cultura como irrupção alteritária que funda o psiquismo num paradoxo de dualismo pulsional. Convoca-se a perspectiva estética de Mikhail Bakhtin como viés para uma leitura do construto psicanalítico. À medida que compreendemos a pulsão de morte como um mecanismo de manutenção criativa da alteridade que incide em produção de e na cultura, propõe-se a criação artística como dádiva da civilização, um aspecto estético do mal-estar na civilização.


Palavras-chave


Freud; Bakhtin; pulsão de morte; mal-estar na civilização

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v14e1201971-80

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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