Escrever “no grau zero” com a luz. Sobre a semiologia barthesiana da fotografia

Leda Tenório da Motta, Rodrigo Fontanari

Resumo


Este artigo pretende apresentar a semiologia barthesiana sui generis da fotografia, que, por hipótese, parece se fundar nas mesmas prerrogativas da escritura do grau zero. Trata-se de delimitar o caráter excepcional da estética em Barthes, que se ampara na ética por força mesmo da responsabilidade pela “moral da forma” reivindicada pelo semiólogo a toda e qualquer linguagem. 


Palavras-chave


Semiologia; Grau zero; Neutro; Fotografia; Roland Barthes

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v12e1201787-94

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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