As noções curatoriais da exposição Ocupação Arte Sonora realizada por Franz Manata e Saulo Laudares no Castelinho do Flamengo

José Maurício Saldanha Alvarez, Priscilla Porto Nascimento Fasani

Resumo


Visando pensar sobre o processo curatorial da exposição Ocupação Arte Sonora, realizado pelos artistas Franz Manata e Saulo Laudares no Castelinho do Flamengo, em 2015, realizamos uma breve genealogia da história da curadoria. A intempestividade da obra de Manata e Laudares se refere à invisibilidade da própria obra que, através desta imaterialidade, dá visibilidade à problemática contemporânea de gerenciamento do tempo e da liquidez dos encontros afetivos.


Palavras-chave


Arte contemporânea brasileira; Arte relacional; Curadoria

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v11e1201669-83

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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