O insólito prazer do fantástico: o discurso metalinguístico em “A queda da Casa de Usher”, de Edgar Allan Poe

Paulo Sérgio Marques

Resumo


Este trabalho procura demonstrar como o conto “A queda da Casa de Usher”, do escritor norte-americano Edgar Allan Poe, pode ser considerado uma metaficção e conter, a partir dos elementos metalinguísticos identificados nesta narrativa, uma teoria da literatura concebida conforme as ideias do autor defendidas em textos críticos e ensaísticos, do mesmo modo que se pode inferir, do mesmo conto, uma teoria do gênero fantástico na literatura. Para empreender a pesquisa, busquei suporte na crítica sobre a obra de Poe, em especial a de Julio Cortázar (1993) e Lúcia Santaella (1987), nos próprios ensaios do autor sobre estética e nos teóricos modernos da narrativa fantástica, como Irène Bessière (1974), Louis Vax (1965; 1972) e Jacques Finné (1980).

Palavras-chave


Edgar Allan Poe; Literatura fantástica; Literatura norte-americana

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v5e12010252-293

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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