Espantalho ou a linguagem vertical

Cristiano Moreira

Resumo


A aparição de um certo espantalho no romance A rainha dos cárceres da Grécia (1976), do escritor pernambucano Osman Lins, move este texto para pensar o deslocamento, de um plano do mapa do holandês Georg Marcgrave de 1588, trazido à tona por Luis da Câmara Cascudo em Geografia do Brasil holandês (1956) para se tornar uma criatura andante, vertical. A linguagem através deste dispositivo ganha a verticalidade que o étimo da palavra Gestalt sugere para este procedimento narrativo.

Palavras-chave


Narrativa; Espantalho; Figura; Representação; Simulação

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v0e02009279-284

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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