O seqüestro do simbolismo na Revista Joaquim: o grito do vampiro contra o sussurro do nefelibata

Caio Ricardo Bona Moreira

Resumo


Proponho neste artigo uma leitura contra-modernista da posição radical da revista Joaquim contra o Simbolismo Paranaense. A revista, fundada em 1946, pelo escritor curitibano Dalton Trevisan, circulou até 1948, período de ascensão do existencialismo no cenário literário do pós-guerra. Depreende-se de sua posição autonomista o desejo de iniciar oficialmente a literatura no Paraná. O periódico recusa o simbolismo, pois foi considerado por Dalton como uma literatura que não sintonizou a sua produção com os problemas do homem e do mundo. Pretendo observar que a questão da gênese tratada como origem pela revista não se sustenta como fundamento para práticas críticas.

Palavras-chave


Revista Joaquim, Modernismo, Simbolismo Paranaense

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DOI: http://dx.doi.org/10.19177/rcc.v3e1200825-29

R. crít. cult., Universidade do Sul de Santa Catarina, Santa Catarina, ISSN 1980-6493

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